A história da descoberta da Mina das Águas Quentes teve início no ano de 1852 quando no dia 12 de outubro o paulista Joaquim José Barbosa da cidade de Sorocaba, descobriu a Serra de São Vicente. O tropeiro, habituado ao caminho da trilha, era acostumado a transportar produtos de primeira necessidade para Cuiabá e muitas vezes pernoitava na mata para descansar enquanto a tropa se recuperava das longas caminhadas. Esse homem astuto e inteligente conhecia cada integrante de seu grupo, inclusive os animais e em uma dessas jornadas sentiu falta de um dos burros de carga que lhe pertencia.
Imediatamente, Joaquim José Barbosa, reuniu a tropa e saiu à procura do animal que foi encontrado numa região bastante acidentada. O burro apresentou queimadura na língua o que chamou a atenção do tropeiro e dos demais companheiros.
Ao observarem a região com bastante cuidado, avistaram de longe uma fumaça branca. Quando se aproximaram encontraram uma mina de água quente, onde o animal havia tomado a água que lhe queimou a língua.
O lugar passou a ser conhecido por toda a redondeza como RANCHÃO PAULISTA.
Em 1938 sob a orientação do Governo Julio Muller, foi criado o PATRIMÔNIO DAS ÁGUAS QUENTES.
No ano de 1944, também sob o esse mesmo governo, foram construídas seis CASAS DE PEDRA e 2 piscinas termais . A empresa responsável pela obra foi a Coimbra Bueno (também responsável pela construção da cidade de Goiânia), sob a orientação do Arquiteto Cássio Veiga de Sá. No dia 12 de outubro de 1944 o Governador Legario de Barros inaugurou o local, que hoje após esses anos, bastante ampliado serve de saúde e lazer à população mato-grossense sob o comando da Empresa L.M. Organização Hoteleira LTDA.
O HOTEL MATO GROSSO ÁGUAS QUENTES, possui hoje 13 CASAS DE PEDRA e a piscina de 42º foi batizada com o nome de FONTE DO PAULISTA. |